segunda-feira, 22 de agosto de 2011

PROVAS

AOS ALUNOS SARGENTOS,

DESEJO BOA SORTE A TODOS

NA PROVA,

NA CARREIRA,

NA VIDA.

VOCÊS JÁ SÃO VENCEDORES, COM CERTEZA...

A PROVA É APENAS UM DETALHE QUE TEMOS QUE PASSAR

O MAIS IMPORTANTE É SABER PARA A VIDA.


CONHECIMENTO NUNCA É DEMAIS.


QUEM TEM O CONHECIMENTO TEM O PODER.

EMBORA A MAIORIA NÃO VÁ TRABALHAR NO BPTran

ESPERO QUE TENHAM ABSORVIDO O CONHECIMENTO

NO MOMENTO CERTO, IRÃO SABER O QUE FAZER.

CONTEM SEMPRE COMIGO.

domingo, 14 de agosto de 2011

sábado, 6 de agosto de 2011

DNIT - sob nova direção


Militar e auditor da CGU assumirão cúpula do Dnit

Autarquia foi alvo de denúncias de corrupção no mês passado.

A presidente Dilma Rousseff indicou um oficial-general do Exército e um auditor da CGU (Controladoria-Geral da União), que também foi militar, para as duas principais diretorias do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes). A decisão criou um desconforto dentro do órgão, ainda mais porque os outros cinco diretores indicados também não são servidores de carreira do próprio Dnit.

Indicado para ser o diretor-geral, cargo mais importante do órgão, o general Jorge Ernesto Pinto Fraxe era diretor de Obras de Cooperação do Exército. O nome dele foi negociado por Dilma com o comandante do Exército, general Enzo Martins Peri. A presidente informou a Enzo que gostaria de nomear um general para BOTAR ORDEM no Dnit. Optaram por Fraxe, que já conhece o setor por ter feito interlocução com o Dnit dentro do Exército.

 Dilma quer, a curto prazo, que seja feita uma "radiografia" da autarquia. Fraxe tem fama de habilidoso e ter um estilo de "cobrança" de resultados semelhante ao da presidente.

O diretor executivo indicado, Tarcísio Gomes de Freitas, é funcionário da CGU. Antes de ingressar na controladoria, foi do quadro de engenheiros do Exército Brasileiro. Hoje é lotado hoje como coordenador-geral de Auditoria da Área de Transportes da CGU. A diretoria executiva é o cargo que cuida das licitações do Dnit. O cargo era ocupado por José Henrique Sadok de Sá, demitido após o Estado revelar que a empresa da mulher dele faturou R$ 18 milhões em contratos vinculados ao Dnit.